Cidade do Vaticano (RV) – A Igreja na Amazônia é leiga: Faltam padres; os leigos a assumem as comunidades e fazem até a celebração da Palavra. Este foi um dos aspectos mais destacados pelos participantes da missão “No coração da Amazônia”, que levou 12 seminaristas do Piauí à Prelazia de Borba, no Amazonas por um mês, vivendo nas aldeias, ao lado dos índios e ribeirinhos.

As idas e vindas nos rios, o curso sereno de suas águas, a exuberância da natureza, os olhares, os sorrisos, a acolhida sincera estão eternizados em seus corações.

“Uma experiência que marcou a vocação dos seminaristas, imprimindo neles uma ‘identidade missionária’, afirma o Pe. Wellistony, que com o Padre Daniel, conduziu a missão em Borba.

“Encontramos comunidades muito pequenas e isoladas, pessoas que tiveram a imensa alegria de receber os missionários e sentir o calor e a amizade dos padres e seminaristas do Piauí. Visitar cada casa, abençoar as famílias, fazer encontros de formação e celebrar a Eucaristia têm sido o nosso cotidiano. Cada visita é uma oportunidade de encontrar um mundo novo, pessoas com experiências fantásticas e histórias que juntas dão um livro”, escreve.

O seminarista Francisco Ramirez, de Picos, relata o seu dia a dia durante o mês em meio às comunidades de Borba e revela como viveu esta primeira experiência missionária.

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