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Educação e Cultura

Comissão Diocesana da Pastoral Familiar realiza primeiro encontro de formação na Paroquia São Sebastião em Patos Piauí

Comissão Diocesana da Pastoral Familiar realiza primeiro encontro de formação na Paroquia São Sebastião em Patos Piauí

Atendendo convocação feita pelo padre Edivaldo dos Santos Silva, pároco da Paróquia São Sebastião em Patos Piauí, a equipe que compõe a Comissão Diocesana da Pastoral Familiar de Picos, realizou na noite de sexta feira dia 21 de abril, o primeiro encontro com o propósito de implantar a Pastoral Familiar. Devido ao número expressivo de famílias que compareceu, o encontro foi realizado no pátio da igreja. Estiveram presentes agentes dos municípios de Patos e Jacobina do Piauí, ambos pertencentes à referida Paróquia. As atividades iniciaram as 19:30hs, com cantos de acolhida, em seguida uma fala do Padre Edivaldo e apresentação da equipe, depois oração inicial e apresentação da primeira palestra conduzida pelo casal coordenador da Pastoral Familiar Diocesana Gleison e Yonara. Durante a palestra os participantes tiveram a oportunidade de compreenderem melhor: o que é a Pastoral Familiar? Qual o objetivo geral e específico da Pastoral Familiar? Como está organizada a Pastoral Familiar? Quem é convocado a ajudar a Pastoral Familiar? Como ser um agente da Pastoral Familiar? E os documentos que fundamental a atuação da Pastoral Familiar junto às paróquias e comunidades. No segundo momento, foi apresentado aos agentes e a comunidade presente, os 08 temas que compõe o Guia de Implantação da Pastoral Familiar. Essa palestra foi conduzida pelo casal assessor de formação da equipe Diocesana, Daniel Jorge e Maria Sátira. Em seguida foram feitos os encaminhamentos com a formação de equipes para coordenar junto com o padre o estudo do Guia de Implantação, tanto em Patos como em Jacobina Piauí. As duas equipes irão seguir com os estudos até dezembro de 2017, e no dia 28 de janeiro de 2018, a Comissão Diocesana retorna a Paróquia São Sebastião para um encontro de avaliação e de oficializar a implantação da Pastoral Familiar nos dois municípios. PATOS PIAUÍ Ivanildo e Valdirene Jardel carvalho e Maria José Francisco e Crisandina José Filho e Maria das Graças Wilson e Eliane   JACOBINA PIAUÍ Zé e Betinha Josiran e Rosirene Erivan e Cleide Vavá e Erlannia Eltin e Teresinha   De acordo com o Pe. Edivaldo as expectativas com relação ao encontro foram superadas. Ele ressaltou que a decisão em implantar a Pastoral Familiar na paroquia foi tomada na Assembleia Paroquial de Pastoral que aconteceu no início deste ano. “Essas equipes que foram formadas para conduzir esses estudos, representam um marco para nossa Paróquia. É sem dúvida um passo significativo dos muitos que temos o desejo de fomentar em nossa comunidade paroquial. Confiamos a graça de Deus por meio do Espírito Santo, que possa conduzir nossos estudos para implantar a Pastoral Familiar em nossa Paróquia”, afirma o sacerdote. Para Yonara, o encontro representou a concretização dos encaminhamentos feitos na Assembleia Diocesana da Pastoral Familiar, realizada no dia 18 de março de 2017. “Esse foi o primeiro passo dado aqui na paróquia São Sebastião. Ficamos maravilhados com o número de pessoas que compareceu ao encontro e com as equipes que disseram sim a esse propósito”, afirma.   Representaram a Comissão Diocesana da Pastoral Familiar nessa formação os seguintes casais: Gleison e Yonara - Coordenador, Wilson e Wayra – Vice-coordenador, Zico e Neguinha – Casos Especiais, Toizinho e Maria – secretário e Daniel Jorge e Maria Sátira – assessor de formação. O próximo compromisso da equipe já está confirmado para sábado dia 29 de abril, às 15:00hs na Paróquia Imaculado Coração de Maria em Francisco Santos, atendendo a convocação do Padre Marcos Roberto. Daniel Jorge/ Cultura FM  
Base Nacional determina alfabetização até o segundo ano do ensino fundamental

Base Nacional determina alfabetização até o segundo ano do ensino fundamental

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define que a alfabetização das crianças deverá ocorrer até o segundo ano do ensino fundamental, com o objetivo de garantir o direito fundamental de aprender a ler e escrever. O documento que vai nortear a educação básica em todo o país foi entregue pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, ao Conselho Nacional de Educação (CNE), na quinta-feira, 6, em Brasília. "A gente está gerando mais equidade, mais oportunidades às crianças mais pobres do Brasil. A classe média, por exemplo, consegue ter a criança alfabetizada numa idade anterior à média das escolas públicas”, ressaltou o ministro. “À medida que geramos essas diretrizes pela fixação desse comando na BNCC, estamos assegurando o mesmo direito a todas as crianças. A boa alfabetização é a chave do sucesso para toda a vida educacional de crianças e jovens." A secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães Castro, reforça que a Base não define novos conteúdos e, sim, as habilidades a serem desenvolvidas no processo de aprendizagem. “Pela BNCC, espera-se que o aluno aprenda nesses dois anos iniciais com quantas e quais letras se escreve uma palavra”, afirmou. Atualmente, as crianças devem ser alfabetizadas até o terceiro ano do ensino fundamental. “Esse é o processo mais complexo: efetivamente passar a compreender que a escrita representa a fala”, explica a professora Zuleika de Felice Murrie, redatora de linguagens da BNCC. Segundo ela, a conclusão da alfabetização apenas no terceiro ano não tem dado certo e muitos estudantes chegam ao quarto ano sem o conhecimento necessário para seguir os estudos. Habilidades – Por apresentar de maneira objetiva as habilidades que devem ser desenvolvidas no primeiro e no segundo ano, a BNCC dá condições para que os professores avaliem o nível de desenvolvimento dos alunos e definam estratégias adequadas de ensino. Conforme o texto apresentado ao CNE, o aprendizado da escrita requer habilidades cognitivas e motoras, o que necessita prática, independente do meio utilizado – lápis, borracha e papel ou teclado do computador. Pelo documento, é considerado fundamental que o aluno faça diferenciação entre a escrita e outras formas gráficas de expressão, assim como é necessário o entendimento de que o princípio que regula a escrita é a correspondência entre letra e som. “Nesses dois primeiros anos, a ideia é que se faça a consolidação [do conhecimento], porque hoje tem a pré-escola obrigatória e essas questões da escrita já começam a ser desenvolvidas na educação infantil. A criança já virá com uma bagagem maior do que vem hoje para o ensino fundamental”, observa Zuleika. Competências - A BNCC estabelece conteúdos essenciais e competências que as crianças e adolescentes deverão desenvolver na educação básica. O documento atual trata exclusivamente da educação infantil e do ensino fundamental. As mudanças nas matrizes de referência do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) passam a valer a partir de 2019. Com a entrega da versão final, o CNE deve debater e elaborar parecer e projeto de resolução sobre a Base, que só entrará em vigor depois que a manifestação do conselho for homologada pelo Ministério da Educação. Assessoria de Comunicação Social/ Cultura FM